Muitooo boomm!
Na fotinho, minha mamis, minha vó Maria(mamis II), minha afilhada lindona Prii, e a mãe dela, a minha tia Lucia.
Amo Demais!
A cadela considerada a mais velha do mundo completou 21 anos, na quarta-feira. A dachshund "Chanel" ganhou uma festa em Nova York, com direito a bolo e registro no Livro Guinness dos Recordes.Segundo cientistas, a idade do animal corresponde a 147 anos no ciclo de vida humano. Denice Shaugnessey, dona de "Chanel", conta que o segredo da longevidade da cadela está na maneira como ela é tratada.
"Eu cuido muito bem dela e trato-a como um membro da família, como uma pessoa", afirmou. O único problema de saúde de "Chanel" é uma catarata, manifestada no ano passado. Por isso, a cadela está sempre de óculos escuros.
Fonte Site Terra
Para adequar-se à legislação que proíbe o uso de animais no ensino quando existirem métodos substitutivos, as instituições de ensino superior da Itália deram um salto à frente – para o século XXI.
Os professores puderam escolher dentre uma lista de métodos alternativos os que preferiam, e um fundo especial lhes forneceu os materiais. Em conseqüência:
112 cursos universitários da Itália já não usam animais para o ensino – 78% do total.
28 universidades aboliram completamente o uso de animais no ensino: Benevento, Bologna, Brescia, Camerino, Catania, Catanzaro,Chieti, Ferrara, Foggia, L’Aquila, Lecce, Milano, Modena,Reggio Emilia, Napoli II, Cattolica di Roma, Campus Biomédico di Roma, Palermo, Parma, Piemonte Orientale, Teramo, Terni, Torino, Trieste, Udine, Urbino, Varese, Verona, Viterbo.
A elevada proporção de instituições de ensino superior que, num país desenvolvido como a Itália, estão trocando para métodos de ensino sem animais, é uma indicação comprovada de que não é mais possível alegar a necessidade pedagógica do uso de animais na educação.No anexo, pra quem quiser, a tradução do texto completo da notícia e a lista de todas as faculdades de Medicina, Medicina Veterinária, Farmácia e Biologia da Itália que já não praticam vivissecção no ensino, traduzidos do site da ong I CARE, que trabalha pela adoção de métodos substitutivos.
Link: www.icare-worldwide.org/